Canecas com um litro de cerveja. Esse era o mínimo que se podia pedir aos garçons e garçonetes vestidos ao traje mais “oktoberfestiano” possível. O preço? 10 euros! Nada mal para cervejas como aquelas, de qualidade, e para uma festa daquele porte, e tão famosa no mundo inteiro.

Eu nunca tinha ido a um Oktoberfest antes, e ouvi falar que em Blumenau, Santa Catarina, relativamente perto de onde eu vivia, acontece a segunda maior festa, depois de Munique, na Alemanha. Mas esperei.

E o cenário que eu vi era incrível: seis big tendas, cada qual com uma famosa marca de cerveja alemã. Entrar no primeiro dia foi quase impossível, afinal, turistas do mundo inteiro estavam ávidos pelo primeiro gole de Oktoberfest. Por trás disso, tendas com comidas típicas alemãs e um parque de diversões enorme, o que me fez perceber que é uma festa para a família também.

E o importante é beber! Jovens, idosos, a grande maioria está ali pra isso! O mais curioso é ver alguns corajosos subindo nas mesas para virar as canecas. Se você consegue, é elogiado aos gritos. Do contrário, é vaiado até voltar ao seu lugar, de onde talvez fosse melhor nem ter saído. Mas isso também é parte da festa! O clima é único!

Raissa_OktoberMuniqueCom mais duas amigas, fiquei na casa de um alemão que estava a cinco minutos caminhando do festival! Parece inacreditável, mas o nome disso é couchsurfing, um site no qual a ideia é que as pessoas possam se hospedar na casa de outras de graça e, desta forma, trocar experiências incríveis. O nosso couchsurfer, nascido em Munique, até pegou uma semana de férias para aproveitar o festival.

Foi incrível ver e sentir como os alemães são apaixonados e orgulhosos por ter esse costume tão vivo em sua história! É de encher os olhos… de cerveja!

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A Oktoberfest em Munique vai até dia 05 de outubro.

Por: Raíssa Mokarzel, jornalista e intercambista em Dublin, na Irlanda

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Cristina Lima
É formada em Jornalismo pela UNISO (Universidade de Sorocaba), e pós-graduada em Gestão da Comunicação Integrada pela Metrocamp em Campinas/SP. Passou também por muitas escolas de comunicação pelo Brasil e no exterior. Cristina vive entre entre a Irlanda e São Paulo, adora viajar, conhecer novos lugares, novas culturas e novos amigos.