A baiana Vitória conta as vantagens e os obstáculos do intercâmbio em Dublin, na Irlanda.

Quando pensou em estudar inglês no exterior, a baiana Vitória Regia Oliveira, de 25 anos, havia escolhido Montreal, a segunda maior cidade do Canadá, como destino para o seu intercâmbio. No entanto, com o visto negado, a jovem optou por Dublin, com a assessoria de uma agência de intercâmbio, para essa vivência internacional.

Acostumada a viajar sozinha e encarar bons desafios, que são verdadeiros aprendizados, esta não foi a primeira vez que Vitória sai de seu país. Um ano antes de realizar o intercâmbio, em 2016, a jovem fez uma viagem de um mês para a Europa, tendo Irlanda, França e Inglaterra como destinos no roteiro. Com essa experiência, ela descobriu a necessidade do aprimoramento do inglês.

Dessa forma, a intercambista deixou para trás um trabalho estável em uma multinacional, no Brasil, e uma vida confortável. O desejo de sair da rotina e a descoberta da importância do domínio da língua inglesa foram os fatores decisivos para que ela largasse tudo e desembarcasse em Dublin, em agosto de 2017, para viver um sonho.

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Ao chegar à capital irlandesa, Vitoria se encantou com a diversidade e pluralidade da cidade. A alegria das pessoas no verão, a receptividade e a abertura para uma interação social são aspectos positivos observados por ela. Outra vantagem é a facilidade de conhecer a Europa, uma vez que há sempre promoções em passagens para diversos países do continente.

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Quanto ao desenvolvimento profissional, ela afirma que a Irlanda é um país que impulsiona o brasileiro, porque além de desenvolver a língua inglesa, há a oportunidade de expandir o networking com pessoas do mundo inteiro. Embora o resultado final seja positivo, na Ilha da Esmeralda se trabalha bastante. Formada em engenharia mecatrônica, a brasileira deseja atuar em sua área, em uma empresa irlandesa.

Para cada rainha, um castelo!

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“Uma das coisas que busco, aqui, na Irlanda, é a oportunidade de experimentar minha profissão numa empresa irlandesa. Porém, enquanto essa vaga ainda não vem, trabalho como caregiver (cuidadora de idosos), o que muito me ajuda no desenvolvimento do inglês e no acompanhamento da cultura e dos hábitos dos irlandeses”, afirma.

Segundo Vitoria, o trabalho de caregiver é fundamental para a interação com uma população mais idosa, rica em histórias e culturas. Além de ajudar na prática diária do idioma. Para ela, o intercâmbio ensina não só uma nova língua, como também a ser um cidadão para o mundo, uma vez que culturas e costumes de outras nacionalidades trazem uma nova ótica sobre antigas atitudes e, consequentemente, amplia a noção sobre relações sociais e econômicas.

Com o intercâmbio próximo do fim – término previsto para março de 2018 – a brasileira faz um balanço sobre sua viagem. Para uma nova experiência, ela se organizaria melhor para otimizar o tempo e aproveitar eventos e festivais gratuitos que Dublin oferece. Entre suas impressões, a cidade possui magia própria, a tal ponto de envolver a todos e esquecer até do frio durante o inverno, por tudo isso, é claro, ela indica a capital para a vivência do intercâmbio.

Vitória também é blogueira e adora compartilhar suas dicas de viagens no seu blog Oxe Viajei e na sua página no facebook.

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Joyce Lima
Jornalista e assessora de comunicação, a área cultural é a sua paixão e, por isso, sempre busca conhecer costumes e culturas de diferentes lugares. A história de cada país e região a encanta e ela procura dividir isso de maneira mais fidedigna com os leitores. Carioca da gema e sem amarras segue livre buscando conhecimentos por onde passa.