Em tempos de crise fazer pequenas economias pode ser o diferencial para garantir o seu intercâmbio no exterior.

Fazer intercâmbio pode parecer caro, mas o retorno, mesmo que não seja imediato, virá cedo ou tarde! Por isso, o Press Abroad selecionou algumas dicas para ajudar todos os futuros intercambistas a fazerem um planejamento econômico e ter uma experiência ótima, de puro investimento, sem nenhum tipo de arrependimento. Quem ajuda nessa tarefa é o economista Mladen Dragosavac.

Para começar, vamos falar sobre como guardar dinheiro. Se você conseguir planejar seu intercâmbio com tempo é muito melhor. A escolha do país também vai ditar quanto de dinheiro você vai precisar ter em mãos. Então, vamos ser mais diretos:

Photo by Anete Lūsiņa

Até 6 meses:

Se a data da viagem é até os próximos seis meses a melhor aplicação para juntar o dinheiro seria a poupança, pois, mesmo tendo uma rentabilidade baixa ela conta com isenção de IR. Até existem outras aplicações mais rentáveis como o fundo DI, porém, sofrem incidência de IR de 22,5% se retirar em 6 meses ou menos, fazendo a diferença de ganho entre a poupança e o fundo ser muito pequena.

Caso a pessoa já tenha o volume total para o intercâmbio, ela poderia investir em algum fundo de câmbio para se proteger da alta do dólar.

Acima de 6 meses:

Planejando a viagem com mais de 6 meses de antecedência, uma aplicação interessante seria o fundo DI com taxa de administração baixa, no máximo 0,5%a.a.

Esse tipo de aplicação rende quase o dobro da poupança com o mesmo risco. Acima de 6 meses um fundo DI tem imposto de 20%. Novamente nesse caso, um fundo de câmbio pode ser interessante para diminuir o risco de oscilação do dólar.

Quanto guardar por mês?

A resposta vai depender do seu planejamento. Vamos supor que você pretende ficar dois meses fora do país e estima gastar R$15mil reais para isso. Se a viagem será feita em 6 meses, o ideal é juntar R$2.500 por mês, e se tiver 1 ano para viajar, o ideal é juntar R$1.250.

Muitas pessoas pensam que podem contar com a rentabilidade da aplicação, mas na verdade para esse prazo, o mais correto, é investir em aplicações conservadoras, uma vez que o objetivo do investimento é preservar o patrimônio e não ter uma rentabilidade alta. Quanto maior o risco maior a rentabilidade e seria uma surpresa desagradável ter menos dinheiro do que precisa quando for viajar.

Reduzindo despesas:

Segundo o economista Mladen Dragosavac, o item que mais pesa no bolso de uma maneira geral, são os almoços/jantares fora de casa, além dos barzinhos e afins. Reduzindo 10% a 20% esse tipo de gasto já ajuda a poupar mais sem prejudicar o prazer de ver os amigos. Ou então, rever os seus contratos de TV a cabo (você precisa mesmo de 650 canais?), celular (eu mesmo tinha um pacote de torpedos até o mês passado!), entre outros prazeres (ou gastos à toa) que nos damos o direito, sendo que conseguiríamos viver muito bem sem.

E você deseja fazer intercâmbio e não sabe por onde começar? nós te ajudamos, click aqui e receba orçamentos de nossos parceiros especializados em Intercâmbio.

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Cristina Lima
É formada em Jornalismo pela UNISO (Universidade de Sorocaba), e pós-graduada em Gestão da Comunicação Integrada pela Metrocamp em Campinas/SP. Passou também por muitas escolas de comunicação pelo Brasil e no exterior. Cristina vive entre entre a Irlanda e São Paulo, adora viajar, conhecer novos lugares, novas culturas e novos amigos.