Aquela fase da vida em que você se pergunta: o que eu estou fazendo da vida, qual o  motivo da minha existência? Ou ainda, estou precisando de um ano sabático, conhecer o mundo, ver histórias de vida diferente da minha, ajudar o próximo e parar de amplificar os meus problemas pequenos!

É nessa hora que a ideia de viajar e trabalhar como voluntário pesa fortemente.

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Se você está passando por esse momento da sua vida, conheça o  workaway.info, um site que recruta pessoas no mundo todo tanto para trabalhar como voluntário, como para receber os mesmo em suas casas.

“Poucas horas de ajuda honesta por dia, em troca de comida e alojamento e uma oportunidade para aprender sobre o estilo de vida e da comunidade local, com simpáticos anfitriões em situações e ambientes variados.” Essa é a filosofia apresentada pelo site.

10402601_10200959242742613_4928763403340077563_nLucas Marcatti, brasileiro que mora em Dublin/Irlanda, confessa que seu encontro com o programa Workaway foi de uma forma inesperada: “Meus objetivos iniciais eram outros, resolvi começar meu trabalho como “workawayer” na Itália pelo fato de eu ter que passar um tempo no país por motivos particulares. Claro, eu poderia ficar no país sem precisar estar no programa Workaway, mas e aí, qual seria a graça?”

Marcatti morou em Catania (Sicília/Itália) por 2 meses. Seu trabalho incluía ajudar na limpeza e manutenção de uma escola de língua italiana (Scuola Federico II), e também ajudar em uma companhia de “Boat Tour”, na qual fez tours pelo mar Jônico na Sicília, ou em inglês “Ionian Sea”, ajudando no preparo de refeições, com informações sobre as ilhas e o passeio com os turistas. Em troca recebeu acomodação em uma ‘international house’ e aulas de Italiano pelo período que esteve lá.

1381831_10200959243302627_2150347715012919801_nAs atividades e deveres variam de um lugar para o outro, mas tudo isso é combinado com antecedência entre o workawayer e o local que vai recebê-lo.

E ele ainda conta: “Com toda essa experiência, descobri o quão mágico e simples (apesar de parecer difícil) as coisas podem acontecer/ser, todas essas novas e diferentes experiências me fez descobrir que não precisamos necessariamente abrir mão de tudo para ter ou ser o que se quer ser, mas que ao mesmo tempo, “abrir mão”, se faz necessário para se descobrir e descobrir aos outros. Mas uma coisa é certa, tudo isso será algo que levarei por toda minha vida, foram tantas amizades em tão pouco tempo, tantos erros, que se tornaram acertos, que será impossível esquecer”, revela Lucas.

E aí, interessou-se pela história do brasileiro Lucas Marcatti e também gostaria de mergulhar nessa aventura de autoconhecimento? Entre no site e saiba como registrar-se, tanto como voluntário quanto como receptor.

Fique com um vídeo com depoimentos de outros workawayers pelo mundo.

*Imagens Reprodução e Arquivo Pessoal


Cristina Lima
É formada em Jornalismo pela UNISO (Universidade de Sorocaba), e pós-graduada em Gestão da Comunicação Integrada pela Metrocamp em Campinas/SP. Passou também por muitas escolas de comunicação pelo Brasil e no exterior. Cristina vive entre entre a Irlanda e São Paulo, adora viajar, conhecer novos lugares, novas culturas e novos amigos.