Com a oportunidade de escrever para o Press Abroad, a partir de hoje vou compartilhar com você minha experiência com o programa Ciência Sem Fronteiras. Primeiro, gostaria de me apresentar. Meu nome é Gelderson Bezerra Alves. Brasileiro, natural de Baturité, no Ceará. No momento, moro em Quixadá, a uns 170 quilômetros de Fortaleza.

Tenho 20 anos, estudo engenharia de software na Universidade Federal do Ceará. Antes de entrar na faculdade, pensava em ser engenheiro mecânico, mas não deu certo e acabei vindo morar em Quixadá porque ficaria mais perto da minha terra natal e também tenho amigos aqui – dois antigos colegas de Ensino Médio foram aprovados no mesmo curso.

Ao começar o curso me identifiquei rapidamente com o conteúdo, principalmente pela programação, que é o que mais gosto de fazer. Parei pra pensar nas outras oportunidades e percebi que era essa área mesmo que queria para a minha vida. Foi na faculdade que fiquei sabendo da bolsa do programa Ciência Sem Fronteiras. Mas aí foram alguns meses, muitas horas, até eu conseguir tudo e começar a me preparar para a viagem. Agora, falta menos de um mês!

Como funciona

O processo de seleção da bolsa é bastante complicado por precisar de um grande volume de documentos. A outra parte importante é o teste de proficiência na língua do país de destino. Fiz a prova TOEFL (veja aqui informações sobre exames) e fui aprovado, no grupo 3. Funciona da seguinte maneira: grupo 1 – vai para o país direto estudar conteúdos relacionados ao seu curso; grupo 2 – estuda dois meses de inglês e depois aulas normais; grupo 3 – estuda 6 meses de inglês e depois aulas normais.

Logo depois desse processo, a maior espera era para saber qual seria a universidade e o Estado que eu iria estudar e morar no Estados Unidos. Foram meses de ansiedade até a chegada da carta de aceitação e descobrir que iria estudar na universidade Depaul, em Chicago. Fiquei feliz pela cidade, mas como não conhecia muito a universidade não fiquei tão empolgado. Depois de fazer uma pesquisa, vi que era uma ótima universidade e que tinha um bom departamento em jogos, que é meu grande interesse profissional.

Explico melhor o cada detalhe dessa trajetória em breve na nossa próxima publicação.. Fique ligado aqui no Press Abroad.