Deborah Souza, do Ceará, conta como foi o primeiro intercâmbio da sua vida na Irlanda.

Quando você sai da sua zona de conforto e passa a observar a cultura da qual faz parte, fora do círculo, a ótica muda bastante. Viajar para o exterior é isso, é perceber o cotidiano da sua terra natal de outra maneira, a partir de uma nova rotina, que é a do lugar onde você escolheu como destino durante o intercâmbio.

Foto arquivo pessoal – Deborah de Souza

Ali, serão conhecidas outras formas de viver, acredite, não é conversa do Press Abroad. Tudo isso acontece com a maioria das pessoas que fazem uma viagem internacional. São outros hábitos, outras opções de ver o mundo. Isso tudo agrega um valor incrível para a vida do viajante. Foi esse, por exemplo, o saldo da viagem realizada pela Deborah Souza, de 29 anos, de Fortaleza, Ceará.

A administradora pensou em fazer um intercâmbio desde a adolescência. Inicialmente viu nos Estados Unidos a rota para essa experiência, que segundo ela o desejo fazia parte da idade. Mais madura, resolveu apostar na Austrália, como uma opção. No entanto, como muitos intercambistas, ela pensou se teria condições de arcar com este sonho.

Foto arquivo pessoal – Deborah de Souza

Bem, como ela não desistiu da viagem ao exterior, ainda bem, a Irlanda foi o destino escolhido, por ter um custo que poderia investir. Sendo assim, seu embarque aconteceu no dia 03 de fevereiro de 2017 e permaneceu na ilha europeia até o dia 21 de novembro de mesmo ano. Dublin, a capital, foi a cidade escolhida.

“Comecei a pesquisar bastante e vi que o que caberia no meu bolso seria a Irlanda, onde também seria possível estudar e trabalhar. Durante o processo de pesquisa fui me afeiçoando ao destino e a fácil possibilidade de conhecer outros países. Fechei com uma agência para me sentir mais segura em relação à documentação, mas quando eu fiz isso já tinha todas as informações sobre um intercâmbio”. Informa Deborah.

Foto arquivo pessoal – Deborah de Souza

A qualidade de vida, na Irlanda, foi uma das questões que mais lhe chamou a atenção. A acessibilidade e a desigualdade social bem menor realmente a impressionou. Além disso, a sensação de liberdade ao se deslocar sem se sentir desprotegida também trouxe um conforto para a intercambista, que viajou sozinha para Dublin.

“Conhecer inúmeras culturas, pessoas do mundo inteiro, descobrir que a vida, de fato, é muito além do que se imagina vivendo na sua rotina, numa zona de conforto. É uma experiência única e que todos deveriam experimentar!”, conta.

Deborah ainda revela que a vivência a deixou muito mais leve, aliás, foi uma das melhores e edificantes experiências para ela. A lição que fica é que quando se faz um intercâmbio, o viajante se dá conta de que, anteriormente, as coisas sem importâncias têm relevância no dia a dia das pessoas, o que não deveria. Para a jovem, é possível seguir com mais qualidade ao se importar somente com o que é necessário na vida.

O intercâmbio é um processo de autoconhecimento e isso, na verdade, só reforçou a sua paixão por viajar. Na hora de dar uma dica para quem acha que já passou da fase do intercâmbio, a cearense é categórica: “Só vai! Não há idade para fazer o que gosta, para inovar ou começar. A vida é só uma e temos que correr atrás do que desejamos!”.

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Joyce Lima
Jornalista e assessora de comunicação, a área cultural é a sua paixão e, por isso, sempre busca conhecer costumes e culturas de diferentes lugares. A história de cada país e região a encanta e ela procura dividir isso de maneira mais fidedigna com os leitores. Carioca da gema e sem amarras segue livre buscando conhecimentos por onde passa.